
terça-feira, 29 de abril de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
thuin-thuin-thun-flain***

-Hei, você lê o manual? Lógico!
-Ah... eu não, posso me sentar aqui?
-Aqui não, mas levanto alguém agora. “sai fora dai rapá, deixa a mina se sentar”. -Obrigada, você é um doce, mas que fedor de homem tem nessa sela neah?!
Depois de tragos e mais tragos compartilhados, um semestre inteiro reciclando papos e encarando bundas... Aqui, estou de cara contigo, você é super imprevisível e só me conta isso agora?
Ele é O cara. Mas chega um pouco mais pro lado, naaaooo mais pro lado, mais um pouquinho, aiiiiii muito bom, completamente fora de quadro! Clik!
Ele é O cara. Mas chega um pouco mais pro lado, naaaooo mais pro lado, mais um pouquinho, aiiiiii muito bom, completamente fora de quadro! Clik!
Ao Rei
Ela já não quer se casar, se sente vazia nesse lugar.Ela já não mija sem se sentar e voltou a se maquiar.
Ela sabe que quebra tudo que um dia fez virar ouro.
Ela não quer mais saber.
De toda essa euforia, sobra pouco que garanta o final do dia, que te leve ao altar e te faça jurar que os caquinhos vão sempre se juntar. Ela se cortou com diferentes magoas, criar poças alheias nunca lhe fez bem, ela nunca quis ferir ninguém. Ela agora promete nunca mais ser de alguém. Promete ser feliz com o que lhe restou do bem que por toda a vida acumulou. Ela sente o quanto foi amada, ela amou também, viu o mundo girar e custou pro sono chegar, sua barriga queria sair de lá!
Ela nunca mais vai se encostar em um poste e ver a sua cabeça rolar, ela garante que um dia vai parar de fumar, mas nunca de amar. Ela quer, ela sempre quer ver o mundo girar.
Procuro a sua leveza nos meus óculos embaçados. Espero ter sempre um Rei na vida.
sábado, 19 de abril de 2008
Minha fada não sabia remar
Me salvou do salto de susto que tive ao ver o mar, tudo tão pequenininho ao seu redor, mal consigo ver o que nos cerca. Me encobriu de amor e gelo, misturou tudo e virou de uma vez com tudo que pode. Pensou que podia me guiar, esqueceu a direção, a vela mas não da cela. Cuidou dos mínimos detalhes, fez questão de todos os vistos, passou por todos os postos, cores e tecidos. Me deitou no veludo, me fingiu confortável, me proibiu a fuga, se esqueceu da luva. Cai da corrente sozinha, estava tudo tão frouxo ali (a luva me deu a maciez da vida!), não foi sua culpa, pensou em quase tudo. É uma pena esta maldita luva.
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